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Objetivo

Apresentar aos participantes os procedimentos para dimensionamento dos equipamentos de linhas de transmissão e subestações de alta tensão. Serão caracterizados os tipos de sobretensão e o comportamento dos isolamentos frente a essas sobretensões. Posteriormente serão apresentados os procedimentos para cálculo das sobretensões e dimensionamento do isolamento dos equipamentos e instalações. Finalmente serão analisados os dispositivos de limitação de sobretensões. Ao final do curso espera-se propiciar aos participantes o conhecimento dos procedimentos de cálculo e da modelagem do problema, de forma que as ferramentas computacionais disponíveis possam ser utilizadas com mais desenvoltura.

Conteúdo Programático

  • 1 INTRODUÇÃO
  • 2 TIPOS DE SOBRETENSÕES
    • 2.1 TENSÃO MÁXIMA DO SISTEMA
    • 2.2 TENSÃO NOMINAL DO SISTEMA
    • 2.3 SOBRETENSÃO
    • 2.4 SOBRETENSÃO FASE-TERRA, FASE-FASE E LONGITUDINAL
    • 2.5 SOBRETENSÃO TEMPORÁRIA
    • 2.6 SOBRETENSÃO PADRONIZADA NA FREQÜÊNCIA INDUSTRIAL
    • 2.7 SOBRETENSÃO TRANSITÓRIA
    • 2.8 IMPULSO ATMOSFÉRICO
    • 2.9 IMPULSO PADRONIZADO
      • 2.9.1 IMPULSO PADRONIZADO COM ONDA CORTADA
      • 2.9.2 FRENTE DE ONDA
    • 2.10 SOBRETENSÃO OU IMPULSO DE MANOBRA
      • 2.10.1 IMPULSO DE MANOBRA PADRONIZADO
      • 2.10.2 FRENTE RÁPIDA COM CURTA DURAÇÃO
  • 3 SUPORTABILIDADE DE ISOLAMENTOS
    • 3.1 INFLUÊNCIA DA POLARIDADE E FORMA DE ONDA
    • 3.2 TRATAMENTO ESTATÍSTICO DE UM ISOLAMENTO
    • 3.3 CARACTERIZAÇÃO DO ISOLAMENTO DE EQUIPAMENTOS
    • 3.4 GAPS, CADEIAS E COLUNAS DE ISOLADORES
    • 3.4.1 DISTANCIA MÍNIMA DAS PARTES VIVAS DA INSTALAÇÃO
    • 3.4.2 INFLUÊNCIA DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS
    • 3.4.3 INFLUÊNCIA DA POLUIÇÃO
    • 3.4.4 INFLUÊNCIA DA ALTITUDE NO NUMERO DE ISOLADORES
    • 3.4.5 SUPORTABILIDADE FRENTE A SOBRETENSÕES DE IMPULSO ATMOSFÉRICO
    • 3.4.6 SUPORTABILIDADE FRENTE A SURTO DE MANOBRA
    • 3.4.7 CHAVES E DISJUNTORES
    • 3.4.8 TRANSFORMADORES
    • 3.4.9 REATORES
    • 3.4.10 BANCOS DE CAPACITORES CONECTADOS EM DERIVAÇÃO
    • 3.4.11 BANCOS DE CAPACITORES CONECTADOS EM SÉRIE
  • 4 CONCEITO DE COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO
    • 4.1 DEFINIÇÃO DAS MARGENS DE PROTEÇÃO
    • 4.2 NÍVEIS PADRONIZADOS DE SOBRETENSÃO
    • 4.3 COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO FRENTE A SOBRETENSÕES TEMPORÁRIAS
    • 4.4 SOBRETENSÕES TEMPORÁRIAS CAUSADAS POR FALTAS
    • 4.5 SOBRETENSÕES TEMPORÁRIAS CAUSADAS POR REJEIÇÃO DE CARGA
    • 4.6 SOBRETENSÕES TEMPORÁRIAS PROVOCADAS POR FERRO-RESSONÂNCIA
    • 4.7 SOBRETENSÕES TEMPORÁRIAS CAUSADAS PELA ENERGIZAÇÃO DE TRANSFORMADORES
  • 5 CÁLCULO DE SOBRETENSÕES INTERNAS
    • 5.1 SOBRETENSÕES ORIGINADAS A PARTIR DE FALTAS
      • 5.1.1 INFLUENCIA DO ATERRAMENTO
      • 5.1.2 TENSÃO TRANSITÓRIA DE RESTABELECIMENTO
      • 5.1.3 VALORES NORMALIZADOS DE TRV
      • 5.1.4 REQUISITOS PARA DISJUNTORES IMPOSTOS PELA ONS
      • 5.1.5 TRV EM DISJUNTORES ASSOCIADOS A GERADORES
      • 5.1.6 MODELAGEM DO ARCO ELÉTRICO
    • 5.2 SOBRETENSÕES ORIGINADAS A PARTIR DE MANOBRAS
      • 5.2.1 MÉTODOS DE CÁLCULO DAS SOBRETENSÕES
      • 5.2.2 PROPAGAÇÃO EM LINHAS DE TRANSMISSÃO
      • 5.2.3 MODELO DA LINHA DE TRANSMISSÃO
      • 5.2.4 REFLEXÕES E REFRAÇÕES NAS TERMINAÇÕES DA LINHA
      • 5.2.5 ENERGIZAÇÃO DE UMA LINHA DE TRANSMISSÃO
      • 5.2.6 LINHA CONECTADA A OUTRA LINHA
      • 5.2.7 LINHA TERMINADA POR RESISTOR
      • 5.2.8 LINHA TERMINADA POR UM CAPACITOR
      • 5.2.9 LINHA TERMINADA POR INDUTOR
      • 5.2.10 TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS CHAVEAMENTOS
      • 5.2.11 COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO EM UMA LINHA DE TRANSMIS-SÃO PARA SOBRETENSÕES DE MANOBRA
    • 5.3 COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO EM UMA SUBESTAÇÃO FRENTE A SOBRE-TENSÕES DE MANOBRA
      • 5.3.1 ISOLAMENTO ENTRE FASE E TERRA
      • 5.3.2 ISOLAMENTO ENTRE FASES
    • 5.4 ENERGIZAÇÃO DE TRANSFORMADORES E REATORES
      • 5.4.1 MODELAGEM DE TRANSFORMADOR
      • 5.4.2 CASO EXEMPLO USANDO ATPDRAW
      • 5.4.3 VERIFICAÇÃO DE POSSIBILIDADE DE OCORRÊNCIA DE FERRO-RESSONÂNCIA
  • 6 SOBRETENSÕES DEVIDAS A DESCARGAS ATMOSFÉRICAS EM LINHAS
    • 6.1 FORMAÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
    • 6.1.1 DESCARGAS COM POLARIDADE POSITIVA
    • 6.1.2 FREQÜÊNCIA DE OCORRÊNCIA DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
    • 6.2 CARACTERIZAÇÃO DE IMPACTOS DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS EM LINHAS
    • 6.2.1 NAS PROXIMIDADES DA LINHA
    • 6.2.2 NOS CONDUTORES DE FASE
    • 6.2.3 INFLUÊNCIA DA POSIÇÃO DA TORRE
    • 6.2.4 IMPACTO NOS CABOS PÁRA-RAIOS OU ESTRUTURAS
    • 6.2.5 PROBABILIDADE DE DESLIGAMENTO PARA DESCARGAS INDIRETAS (“BACKFLASH”)
    • 6.2.6 MODELAGEM DA TORRE
    • 6.2.7 DESEMPENHO DE UMA LINHA DE TRANSMISSÃO
  • 7 PROTEÇÃO CONTRA IMPACTOS DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS EM SUBESTA-ÇÕES
    • 7.1 IMPACTOS DIRETOS
    • 7.1.1 MÉTODO EMPÍRICO
    • 7.1.2 MODELO ELETROGEOMÉTRICO
    • 7.1.3 DEFEITOS PROVOCADOS POR IMPACTOS DIRETOS
    • 7.2 IMPACTOS INDIRETOS
    • 7.2.1 PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES ENTRANDO PELAS LINHAS DE TRANSMISSÃO
    • 7.2.2 ESTIMATIVA DO INTERVALO DE RECORRÊNCIA DAS SOBRETEN-SÕES ENTRANDO PELA LINHA
    • 7.2.3 NECESSIDADE DE PÁRA-RAIOS NA ENTRADA DE LINHA
    • 7.3 CÁLCULO DAS SOBRETENSÕES DE IMPULSO
    • 7.3.1 PONTO DE IMPACTO LONGE DA SUBESTAÇÃO
    • 7.3.2 PONTO DE IMPACTO PRÓXIMO À SUBESTAÇÃO
    • 7.3.3 DIMENSIONAMENTO DO NÍVEL DE ISOLAMENTO
  • 8 DISPOSITIVOS LIMITADORES DAS SOBRETENSÕES DE IMPULSO (PÁRA-RAIOS)
    • 8.1 CENTELHADORES
    • 8.2 PÁRA-RAIOS DE CARBURETO DE SILÍCIO (SIC) COM CENTELHADORES SÉRIE
    • 8.3 PÁRA-RAIOS DE ÓXIDO METÁLICO (ZNO) SEM CENTELHADORES SÉRIE
    • 8.4 PÁRA-RAIOS DE ÓXIDO METÁLICO (ZNO) COM CENTELHADORES SÉRIE
    • 8.5 PÁRA-RAIOS DE ÓXIDO METÁLICO (ZNO) COM CENTELHADORES PARALELOS
  • 9 PROTEÇÃO DE MOTORES E GERADORES CONTRA SOBRETENSÕES
    • 9.1 SUPORTABILIDADE DO ISOLAMENTO DE GERADORES
    • 9.2 DIMENSIONAMENTO DO CAPACITOR DE SURTO
    • 9.3 CÁLCULO DE SOBRETENSÃO DE IMPULSO EM GERADOR
    • 9.4 ESCOLHA E DIMENSIONAMENTO DO TIPO DE ATERRAMENTO
      • 9.4.1 ATERRAMENTO POR RESISTÊNCIA
      • 9.4.2 ATERRAMENTO POR MEIO DE TRANSFORMADOR DE ATERRA-MENTO E RESISTÊNCIA
      • 9.4.3 ATERRAMENTO POR TRANSFORMADOR COM DELTA ABERTO
    • 9.5 DIMENSIONAMENTO DOS PÁRA-RAIOS PARA PROTEÇÃO DE ENROLA-MENTOS DE MÁQUINAS
  • 10 REFERÊNCIAS
  • 11 APÊNDICES
  • A. MECANISMOS DE DISRUPÇÃO ELÉTRICA EM GASES
    • A.1 MECANISMO DE TOWNSEND
    • A.2 DISRUPÇÃO EM GASES ELETRONEGATIVOS
  • B. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE NORMAL
  • C. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE DE WEIBULL
  • D. DISTRIBUIÇÃO BIDIMENSIONAL DE WEIBULL
  • E. CONVERSÃO ENTRE SISTEMAS ABC E 012

Carga Horária

32 horas

Público Alvo

O Curso será dirigido para profissionais de nível superior, com formação em Engenharia Elétrica.

Data

21 a 24 de Outubro de 2019.

Horário

8:30h às 18:00h.

Inscrição

Inscrições:
Abertas

Investimento:
Consultar

Inclusos:
- Material Didático (Apostila, pasta, bloco e caneta);
- Certificado para participantes que obtiverem 100% de frequência;
- Coffee Break.

Transporte, Alimentação e Hospedagem:
Correrão por conta dos participantes.

Instruções

Formas de Pagamento

Deverá ser feito depósito bancário no Banco do Brasil – Ag. 3404-5 – Conta Corrente nº 262108-8 e enviar o comprovante juntamente com a Ficha de Inscrição totalmente preenchida para o Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento – LACTEC, (CNPJ: 01.715.975/0001-69) através do Fax: (41) 3361.6099 ou pelo e-mail cursos@lactec.org.br.
Obs.: A Organização se reserva o direito da não realização do evento caso não haja o numero mínimo de participantes.
Desistência: Não serão aceitas desistências de inscrições. No entanto, as inscrições poderão ser transferidas para outras pessoas, mediante comunicação formalizada em documento.

Informações

Fone: (41) 3361-6129
E-mail: cursos@lactec.org.br

Endereço

Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento – LACTEC
Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico
CEP: 80215-090 - Curitiba/PR
Local: Sala de Treinamento – DPGT – 3º Andar
Tel.: (41) 3361-6051