|
Projeto do Lactec sobre potencial eólico é apresentado ao Governo de Alagoas.
A Eletrobrás acaba de entregar ao governo alagoano o projeto Atlas e Mapa Eólico do Estado de Alagoas, desenvolvidos pelo LACTEC, em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e a empresa Camargo Schubert. O trabalho faz parte do plano de Desenvolvimento Energético de Alagoas, define o potencial energético dos ventos e servirá de base para investimentos na geração este tipo de energia limpa e renovável.
“O LACTEC busca a excelência em projetos de geração de energias renováveis e ecologicamente sustentáveis, não só no Paraná, mas em grandes parcerias pelo Brasil. É assim com empresas hidrelétricas e de biocombustíveis em todo País. O Instituto também mantém projetos conjuntos com institutos e empresas estrangeiras e o objetivo para 2009 é estender o raio de ações. Temos capacidade humana, qualificação técnica e estrutura para sermos modelo mundial em energia limpa”, diz Luiz Malucelli Neto , Diretor Superintendente do LACTEC.
De acordo com o gerente do Departamento de Mecânica do LACTEC e coordenador do projeto, Luiz Alberto Jorge Procopiak , tanto a Companhia Elétrica de Alagoas (Ceal) – uma das empresas da holding Eletrobrás – como empresas privadas de energia e investidores vão se beneficiar com o projeto. “As empresas poderão fazer projeções prévias do quanto podem gerar de energia em determinadas regiões avaliadas e detalhadas no Atlas Eólico. Desta forma elas podem programar investimentos na área de geração de energia eólica, com menores riscos”, explica o gerente.
Entre 2007 e 2008 foi conduzido um programa de medições realizado em seis torres, duas com 100 metros de altura e quatro com 50 metros de altura, instaladas em locais com grande incidência de ventos e também nas extremidades geográficas do Estado. O resultado forneceu dados para a elaboração do Atlas Eólico, que apresenta análises e projeções, com a indicação das áreas mais favoráveis. “Ele estabelece a referência mais atual para estudos, planejamento e projetos a partir desta fonte energética, compondo um diagnóstico completo sobre as possibilidades de sua inserção na matriz estadual”, explica Procopiak.
Fonte: Agência Estadual de Notícias Data:13 de janeiro. |